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Tudo sobre cães e o universo canino.

Eles também amam cachorros: The O.C.

Postado na seção: Celebridades, Meu AmiCÃO

Por Priscila Magalhães

The O.C (O.C.: Um Estranho no Paraíso) é uma série produzida pela Warner que foi ao ar em agosto de 2003, durou 4 temporadas e teve fim em fevereiro de 2007.

The O.C contava a história de pré-adolescentes que viviem em Newport Beach no Condado de Orange, na Califórnia. Drama, comédia e romance faziam de The O.C uma séria muito especial. ;)

Sou fã de The O.C e achei legal ver que os personagens dessa série (que deixou saudades) são tão amigos dos animais! :)

Elenco de The O.C
Adam Brody
Elenco de The O.C
Rachel Bilson
Elenco de The O.C
Benjamin McKenzie
Elenco de The O.C
Mischa Barton

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Leitura: Conexão Pet

Postado na seção: Leitura

Por Priscila Magalhães

Sempre gostei de revistas e portais sobre animais e durante as minhas buscas por conteúdo variado, conheci o Conexão Pet. :)

Conexão Pet O Conexão Pet é um portal com dicas, entretenimento, serviços e uma pioneira revista digital para os amantes dos animais. Buscamos informações qualificadas para quem quer cuidar bem do seu melhor amigo e entender um pouco mais do que se passa no mercado pet.

O Conexão Pet lançou a primeira revista 100% digital do segmento, que permite o acesso de qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, sem precisar sair de casa!

O acesso ao site Conexão Pet é inteiramente gratuito. Acredita-se no livre acesso à informação e que mesmo gratuita ela precisa ser confiável.

A maior preocupação é levar aos leitores informações sobre a guarda responsável e transmitir informações que façam com que as pessoas entendam e respeitem mais os animais. A inovação está sempre presente no Conexão Pet.

Conexão Pet completa esse mês (abril) um ano de existência. E a edição desse mês é super especial! E tem matéria sobre o cães do Chile! Algumas pessoas próximas que viajaram para o Chile, me contaram sobre o cães de lá! :) Veja a edição abaixo:

 

Mais informações: http://www.conexaopet.com.br

Colaboração: Vivian Lemos
Não é um publieditorial

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Saúde Animal: Cinomose

Postado na seção: Saúde Animal

Por Dra. Juliana Baboghlian

Cinomose
Cinomose é assunto sério!!!

Cinomose

A cinomose é uma doença viral comum em cães, altamente contagiosa de curso longo e sinais e sintomas bastante fortes.

Transmissão

É transmitida por via de aerossóis de todo tipo de excreções dos animais infectados (corrimento nasal e ocular, urina, fezes, etc.).

O vírus entra por via respiratória ou oral, vai para os órgãos linfóides onde se replica e se dissemina para outros órgãos.

Sintomas

Os sintomas começam com corrimento nasal e ocular (tosses, espirros), pequenas pústulas abdominais, diarréia e vômito, emagrecimento, apatia. Nos fetos ou filhotes pode causar a diminuição da produção do esmalte dos dentes.

Com o agravamento da doença podem ocorrem sinais neurológicos, devido o comprometimento do tecido cerebral (encefalite), causando ataxia (locomoção prejudicada), paralisia dos membros (geralmente começa com os posteriores), convulsões, mioclonias.

A cinomose é uma doença imunossupressora (que compromete o sistema de defesa do animal), então é comum aparecerem infecções secundárias à doença, como a pneumonia bacteriana por exemplo.

Tratamento

O tratamento é feito com antibióticos, vitaminas, mucolíticos, pomadas, dependendo do estado do animal, para tentar controlar ou extinguir os sintomas ou infecções secundárias, dando suporte e esperando que o organismo do animal reaja contra ao vírus. Por isso é muito importante a prevenção através da vacinação (V8 ou V10).

A seção "Saúde Animal" é escrita pela médica veterinária Dra. Juliana Baboghlian.

Atenção! É proibida a cópia ou qualquer outra forma de reprodução, integral ou parcial, sem prévia e expressa autorização do autor.

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Dicas de sites: Encurtador de URL: cachor.ro

Postado na seção: Dicas de sites

Por Priscila Magalhães

Após o mundo usar o Twitter para publicar ideias e pensamentos (siga o perfil do blog: @amocachorros_), o limite de 140 caracteres dificultou a divulgação de determinados links, tornando indispensável o uso de um encurtador de URL.

Encurtador de URL

Existem diversos sites que encurtam URL: bit.ly, migre.me, goo.gl/, TinyURL (entre outros), mas hoje conheci um novo site e que promete conquistas os apaixonados por cachorros: http://cachor.ro/

Com o Cachor.ro, você torna uma URL grande, por exemplo: http://www.amocachorros.com.br/2011/02/produtos-legais-moleskine-passions-dog-journal/ em um link mais amigável e fácil de se divulgar, ficando assim: http://cachor.ro/1w.

Achei bem bacana e resolvi divulgar! :)
Esse post não é um publieditorial! ;)

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Meu AmiCÃO: Juliana e “Théo”

Postado na seção: Meu AmiCÃO

Por Priscila Magalhães

A leitora Juliana Rincão de Catinguá, São Paulo enviou a sua história e do seu amiCÃO Théo. Confira. ;)
Ju, obrigada pela participação! ;)

Meu AmiCÃO

Ju e seu AmiCÃO Théo

Eu tinha um cachorro adotado, ele era Cocker misturado com outra raça. Esse cachorro ia com o meu pai para o sítio todos os dias, era super apaixonado por todos nós. No dia 03/10/2008, dia de eleição, meu pai estava no portão vendo a passeata do vencedor, quando o nosso cachorro passou entre as pernas do meu pai, se assustou com um rojão e foi atropelado. Corremos com ele para o veterinário, mas infelizmente ele nos deixou. A dor pela perda desse cachorro (Théo 1) foi tão grande que meu pai nem comia mais, o cachorro vivia atrás dele.

Eu precisava resolver essa situação de angústia e tristeza, comecei a procurar um Cocker preto, bem parecido com esse cachorro que perdemos, três dias depois, achei em São José do Rio Preto um Cocker que havia nascido no dia 09/09/2008. O Théo foi cuidado com muito carinho, como se fosse um bebê. Dormia no meu quarto até tomar a última vacina, para não pegar nenhuma doença.

Hoje o Théo é terrível, fogueteiro, adora latir e bagunçar. Quando o carro do gás passa, ele fica uivando. O vendedor o apelidou de cachorro cantor (risos).

Meu AmiCÃOMeu AmiCÃO
Ju e Théo

Ele é meu bebê! O amor que tenho por ele é inexplicável. Ele tem alguns apelidos, um deles é MOTOCA (risos). Não sei o motivo, tem aquelas bobeiras ao conversar com ele, falando coisas que às vezes nem eu entendo (risos).

O Théo é muito inteligente. Quando eu falo: "vamos passear", "vamos beber água", "vem no colinho da mama, coçar a orelhinha", ele entende tudo!

Em minha casa tem um canteiro de flores, sempre aparecem lagartinhos verdes e o Théo fica louco. Um dia, ele pegou um lagartinho, matou e levou para debaixo do carro. Ele ficou horas olhando para o lagarto (risos).

São tantas coisas que ele faz, que eu se eu for contar tudo, ficarei aqui até amanhã (risos).  
Enfim, o Théo é a alegria da casa, é o bebê!

A seção "Meu AmiCÃO" é publicada toda semana e serve para compartilhar as histórias de leitores e seus amiCÃES. ;) Caso você queira participar, entre em contato através do e-mail: priscila@amocachorros.com.br com o título: "Meu AmiCÃO"

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Arte: Priscila Roque e sua monografia #2

Postado na seção: Arte, Enviado pelo leitor

Por Priscila Magalhães

Esse post faz parte da monografia "Os Cães de Elliott Erwitt", produzida por Priscila Roque, como estudo de conclusão de curso da Pós-Graduação em Jornalismo Cultural da FAAP (2010).

Antes de continuar a leitura deste post, leia o post anterior:
#1

Recorte: o cão no Renascimento

Pesquisando a imagem do cão nas pinturas, nas esculturas e, posteriormente, em fotografias, é possível descobrir detalhes históricos e culturais do mundo passado. As primeiras pinturas que se tem notícias foram descobertas na Argélia e datam de 6000 a 1500 antes de Cristo. A Alta Idade Média, por exemplo, foi o período em que o cão viveu sua fase negra. Superstições apontavam para o animal como um ser perigoso e relacionado a bruxos e vampiros. Com isso, obras continham cães sem cabeça ou com os lábios pretos. Foi nessa época em que a palavra "cachorro" se tornou um insulto.

'The Vision of St Eustachius', de Antonio Pisanello (1438-42)
"The Vision of St Eustachius", de Antonio Pisanello (1438-42) (Fonte: The Dog: 5000 Years of the Dog in Art)
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Da Baixa Idade Média até o Renascimento, o conceito se inverteu. O cão, agora, aparece nos trabalhos religiosos acompanhando santos e mostrando, até mesmo, uma forma física mais realista. Isso pode ser comprovado na obra "The Vision of St Eustachius", datada de 1438-42, de Antonio Pisanello. Ele, que é dos pintores mais respeitados do Renascimento, revelou em suas telas a natureza da época, principalmente as plantas e os animais. Com traços detalhados, ele explorava, principalmente, a anatomia .

'The Arnolfini Marriage', de Jan Van Eyck (1434)
"The Arnolfini Marriage", de Jan Van Eyck (1434) (Fonte: Dog Painting – A history of the dog in art)
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Entretanto, não é somente o conceito religioso que marcou essa fase, o cão como uma representação de sentimento humano também aparece neste momento. Jan Van Eyck foi o responsável por um dos primeiros e mais famosos retratos com cães. A obra intitulada "The Arnolfini Marriage", de 1434, representa o amor entre o casal. Apesar de parecer teatral e posado, na cena consta o cão da raça Bruxelas Griffon, típico da região de Bruges (local em que o quadro foi pintado). Ele teve a pelagem pintada com bastante precisão, assim como as demais áreas da obra. Sua presença pode representar a fidelidade do casamento, como uma figura que sela o amor do casal.

'Satyr Mourning Over a Nymph', de Piero di Cosimo (1495)
"Satyr Mourning Over a Nymph", de Piero di Cosimo (1495) (Fonte: The Dog: 5000 Years of the Dog in Art)

Na pintura "Satyr Mourning Over a Nymph" (figura acima), de Piero di Cosimo, produzida em 1495, outra referência a esse tema: um enorme cão marrom aparece aos pés de uma moça morta. Aqui, é como se o artista imprimisse no cachorro sentimentos humanos. Ou seja, na verdade, o animal está na pintura para enfatizar a dor de uma cena triste – um artifício usado por muitos outros artistas da época não somente com cães, como também com cavalos, já que esses bichos eram os mais próximos do homem.

Fontes: The Dog: 5000 Years of the Dog in Art / Dog Painting – A history of the dog in art

"Os Cães de Elliott Erwitt", por Priscila Roque.
Estudo de conclusão de curso da Pós-Graduação em Jornalismo Cultural da FAAP (2010).
Leia todos os posts da série

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Vídeos: Comerciais com cachorros #4

Postado na seção: Vídeos e Filmes

Por Priscila Magalhães

Fiz alguns posts com comerciais de cachorros há um tempo (confira aqui).
Encontrei mais três comerciais bem legais (um é animação, mas tá valendo, né? hehehe). Espero que goste! :)

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Vídeos de cachorros culpados

Postado na seção: Vídeos e Filmes

Por Priscila Magalhães

Com os vídeos abaixo é fácil (e divertido) descobrir quais cachorros são culpados por qualquer coisa. Hahaha xD

 
 

Seu cachorro apronta e faz uma carinha parecida?

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Projeto legal: Park Spark

Postado na seção: Produtos Legais

Por Priscila Magalhães

Estava conversando com a minha família a respeito de projetos legais como o Kata Kaka e a minha cunhada falou sobre um projeto muito interessante, o Park Spark. Esse projeto utiliza fezes de animais para geração de energia. Apesar de não ser novidade, achei bacana compartilhar com cada um de vocês.

O designer Matthew Mazzotta projetou o Park Spark após conhecer projetos semelhantes na Índia, onde se utilizam resíduos orgânicos para gerar energia em diversas residências. No tambor de ferro do Park Spark (veja imagem acima) as fezes de animais são jogadas e misturadas, permitindo que as bactérias se decomponham e gerem o gás metano. Com o metano é possível gerar energia e acender lâmpadas de postes de praças e parques, lugares favoritos dos nossos AUmigos!

E já que nossos AUmigos adoram esses lugares, por que não aproveitamos as sujeirinhas que eles fazem e sermos ecologicamente corretos?

Park Spark
Projeto Park Spark

No vídeo abaixo, Matthew explica um pouco sobre como funciona o Park Spark :

Park SparkProcesso da geração de energia.

A ideia é espalhar o projeto em várias partes dos EUA e do mundo. Para conhecer melhor, acesse o site: http://parksparkproject.com/ :D

Gostaria, sinceramente, que muitos parques e praças do mundo adotassem tal ideia!

Créditos: The Park Spark Project

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Arte: Priscila Roque e sua monografia #1

Postado na seção: Arte, Enviado pelo leitor

Por Priscila Magalhães

Sei que muitos de vocês adoram a seção ARTE do blog, pensando nisso, convidei minha amiga Priscila Roque (conhecida como Prijam) para contar um pouco sobre o desenvolvimento e o processo criativo de sua monografia da pós-graduação, que envolve o que mais amamos: cachorros!

Os posts serão divididos em seis partes. Portanto, durante seis semanas, teremos posts da Priscila Roque por aqui! Espero que gostem bastante!!! :)

Pri, obrigada pela colaboração! ;)

Cães

Pesquisar sobre cães é uma obsessão minha. Em 2004, quando fiz meu primeiro estágio em um laboratório fotográfico, aprendi noções de luz, de enquadramento e de tratamento de imagens. Na primeira oportunidade que tive de fazer um ensaio, escolhi cães como tema. Desde a infância, já carregava uma paixão sobre eles e achei que, por conhecer bem esse universo, poderia obter um bom resultado.

Foto do primeiro ensaio de Priscila RoqueFoto do primeiro ensaio de Priscila RoqueFoto de Priscila Roque
Foto de Priscila RoqueFoto de Priscila RoqueFoto de Priscila Roque
Fotos de Priscila Roque (Clique para ver maior)

Sem muito embasamento teórico, encontrei vira-latas nas ruas e cães de raça nos parques. Essa divisão só foi perceptível a mim quando entrei no laboratório para revelar e ampliar as fotos. O curioso foi reconhecer que isso é um ponto estético a ser ressaltado.

Elliott Erwitt

Com o salário inicial do laboratório, passei em uma livraria em busca de uma obra que pudesse me encher de inspiração. Foi aí que, sem indicação nenhuma, cruzei com o livro “Dog Dogs”, do fotógrafo francês (radicado nos Estados Unidos) Elliott Erwitt. Aquela obra, com mais de 800 fotos de cães, parecia só uma maneira de completar o pequeno espaço vazio que sentia no início da minha carreira profissional.

A surpresa veio mais tarde, quando passei a fotografar cães demasiadamente. Por conta disso, consumi, cada vez mais, livros sobre o assunto. Os anos me abriram um novo caminho: admirar a figura do cão também nas artes plásticas.

No meio dessa trajetória, não deixei Elliott Erwitt de lado. Quando descobri que ele era um fotógrafo vivo e renomado, o elegi como ponto de partida oficial deste mundo que mergulhei.

Elliott ErwittElliott Erwitt
Elliott ErwittElliott Erwitt
Fotos do livro "Dog Dogs" de Elliott Erwitt

Estudo

Ao ingressar na Pós-Graduação de Jornalismo Cultural, já sabia que os cães estariam em meu estudo final de alguma forma. Durante a época do curso, este fotógrafo veio ao Brasil para um encontro com profissionais e amadores na “SP-Arte/Foto” 2009. Foi neste dia, quando fiquei frente a frente com um cara tão importante para o meu repertório fotográfico, que tive a certeza que o Elliott seria o meu objeto de pesquisa. Levei um dos livros que possuo para pedir um autógrafo. A tremedeira, que tomou conta do meu corpo naquele instante, foi a responsável por eu não ter desistido do projeto.

Dificuldades

Busquei a orientação de professores de áreas diversas e até de alguns especialistas com conhecimentos de fotografia. Parte deles não me estimulou e indicou novos temas e abordagens. Persisti neste tópico e decidi encarar o desafio para entender porque essa figura é tão forte no hobby de Elliott e porque esse universo se tornou uma de suas principais marcas. Escrever sobre fotos de cães ultrapassou o meu gosto pessoal. Com uma idéia mais clara e muito material nas mãos, embarquei na monografia.

Créditos: Elliott Erwitt

"Os Cães de Elliott Erwitt", por Priscila Roque.
Estudo de conclusão de curso da Pós-Graduação em Jornalismo Cultural da FAAP (2010).
Leia todos os posts da série

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