AmoCachorros.com.brAmo Cachorros

Tudo sobre o melhor AUmigo do homem!

Seção:  “Enviado pelo leitor”

Animais com Donos Especiais

Por Priscila Magalhães

A fotógrafa Carol iniciou essa semana (vai até sexta-feira, dia 27/04), uma série de posts chamada "Animais com Donos Especiais" e mostra histórias e fotos de animais que superaram momentos difíceis e hoje são muito amados pelos seus donosespeciais! São fotos lindas e histórias emocionantes. Acesse: www.carolcamanho.com

Animais com Donos Especiais

Além de mostrar um pouco sobre como vivem esses animais (cães e gatos), a série tem como proposta acabar com o preconceito que eles sofrem.

Animais com deficiência são muito especiais. E devem ser aceitos e amados como qualquer animal sadio e "completo"', afinal, qualquer animal, seja ele deficiente ou não, pode nos proporcionar muitos momentos alegres e inesquecíveis, basta sabermos aproveitar cada segundo ao lado desses "anjinhos de patas"!

Que tal adotar um animal especial e ganhar carinhos excepcionais?! ;)

Carol, parabéns pelo trabalho! :)


  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Seção: Dicas de sites, Enviado pelo leitor, Fofurices Tags:  , , , , , , ,

Produtos Legais: Casinhas para cachorros

Por Priscila Magalhães

Casinhas para cachorros

Cachorros gostam de dormir em diversos lugares diferentes e das formas mais inusitadas. Alguns trocam casinhas de madeiras e aconchegantes por caixas de papelão ou pedaços de tecidos largados pelo quintal (a Clarita faz isso), outros preferem o bom e velho tapete, alguns adoram caminhas com colchões fofinhos e muitos preferem a cama do dono. E se o seu cachorro dormisse em uma mansão?

Pensando em agradar donos e cachorros (mais donos do que cachorros), algumas empresas estão investindo em "mansões" modernas e cheias de estilo.

Confira algumas mansões para cachorros:


Casinhas para cachorros
Casinhas para cachorrosCasinhas para cachorrosCasinhas para cachorros
Casinhas ou mansões? [Clique para ver maior!]

Sabemos que animais não se importam com luxo e requinte, mas casinhas assim dão um charme todo especial ao quintal, não é mesmo?

Se você ficou interessado em adquirir alguma mansão destas, prepare o bolso! Algumas chegam a custar US$ 30 mil!

Onde o seu cachorro dorme?

Enviado pela leitora Gisele Assis / Via: Casa e Imóveis / Best friend's Home


  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Seção: Enviado pelo leitor, Produtos Legais Tags:  , , , ,

Arte: Priscila Roque e sua monografia #6

Por Priscila Magalhães

Esse post faz parte da monografia "Os Cães de Elliott Erwitt", produzida por Priscila Roque, como estudo de conclusão de curso da Pós-Graduação em Jornalismo Cultural da FAAP (2010).

Antes de continuar a leitura deste post, leia os outros:
#1 / #2 / #3 / #4 / #5 ou TODOS

Recorte: um olhar de Elliott Erwitt

Diante dos traços geométricos usados a favor do destaque dos cães, está essa fotografia. O primeiro impacto da imagem é, sem dúvidas, o desespero do animal por estar preso, visível em suas orelhas baixas como sinal de submissão. O cão está sujeito a viver em cativeiro porque é um animal domesticado para servir ao homem. Mesmo os cães de rua podem sofrer essa situação. Se em algum momento oferecerem perigo para a sociedade, esses bichos são capturados pelo centro de zoonoses e enjaulados, feito selvagens. Aqui não se sabe ao certo qual é o contexto. De acordo com as características físicas do cão que está em primeiro plano, comparadas as dos demais que aparecem ao fundo, trata-se de um canil com exemplares adultos da raça Labrador. O que os diferencia é somente a cor. Ainda sob o contexto das tonalidades, é curioso perceber que o único ponto realmente escuro da foto é o cão que aparece como assunto principal. O fundo, que está bem iluminado, deixa os demais cães claros como um pano de fundo somente, sem grande destaque. Contudo, essa fotografia também pode ser interpretada como uma chamada ao racismo, visto que o cão do primeiro plano - aquele que parece implorar por sua saída – é escuro, enquanto aqueles que formam um grupo mais ao fundo são todos claros. Apesar da tristeza transparecer em todos os animais (perceptível em suas faces, sóbrias e sem interatividade), aquele que faz notar a situação, de imediato, é o cão que aparece em tamanho maior. Observar seu ato carrega o olhar, automaticamente, para os demais em busca de uma outra informação sobre estado daquele local.

Dog Dogs
Normandy, France (1995) (Fonte: Dog Dogs)

Diferentemente daqueles profissionais do passado que colocavam roupas nos pets para deixar a imagem com um toque humorístico, Elliott usa do enquadramento, de suas técnicas de fotografia e de seu feeling para uma determinada cena fazer parecer aquilo que ele quer. Usando da ingenuidade do cão, lembrada por Ernst Haas, ele conta a história da forma que deseja, seja ela de protesto, de atenção ou somente por pura diversão.

"Os Cães de Elliott Erwitt", por Priscila Roque.
Estudo de conclusão de curso da Pós-Graduação em Jornalismo Cultural da FAAP (2010).
Leia todos os posts da série


  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Seção: Arte, Enviado pelo leitor Tags:  , , , ,

Arte: Priscila Roque e sua monografia #5

Por Priscila Magalhães

Esse post faz parte da monografia "Os Cães de Elliott Erwitt", produzida por Priscila Roque, como estudo de conclusão de curso da Pós-Graduação em Jornalismo Cultural da FAAP (2010).

Antes de continuar a leitura deste post, leia os outros:
#1 / #2 / #3 / #4

Elliott Erwitt

A relação de Elliott Erwitt com os cães já é de longa data. No artigo "The dog's life of a photographer" (1988), ele conta que sua primeira foto publicada de cachorro foi tirada em 1946, quando tinha apenas 18 anos e acabara de sair do exército norte-americano, após a Segunda Guerra. Apesar de não se lembrar ao certo que situação o levou a fotografá-lo, afirmou acha a foto divertida. Na mesma época, recebeu uma encomenda do norte-americano New York Times Sunday Magazine para produzir uma seqüência de fotos de moda sobre calçados de mulher. Ele decidiu, então, fotografar o ponto de vista dos cães. Em uma delas, por exemplo, aparece um da raça Chihuahua. Elliott fez uma brincadeira comparando o tamanho do calçado ao do cão, já que esta raça é conhecida como a menor do mundo. E ele justifica: "Cães vêem mais sapatos do que qualquer pessoa." Contudo, a maioria de suas fotos com esses animais não foram originadas a partir de uma pauta, faz parte de um hobby.

Elliot
Fotos: Paris, France. (1989), New York, USA (1989) e New York, USA (1974) (Fonte: Dog Dogs)

Em entrevista ao escritor Sean Callahan, Elliott relata que uma de suas ex-esposas dizia que ele se via nos cães, que se identificava com o animal, visto que grande parte de suas fotografias relacionadas ao assunto parece contar uma história, humanizando o bicho. Ele sempre teve cães como animais de estimação e, pela convivência, se interessou pelo jeito engraçado e travesso deles quando estão em liberdade e também nas ruas. No artigo "My dog days" (1998) , ele explica: "Minha atração pelos cães é agitada puramente pela emoção." Desde seu primeiro cão, adotado das ruas e que o acompanhou nos anos 40, até seu atual, Sammy , que tem 15 anos, Elliott já tentou desvendar e explicar o que tanto o cativa nesse tema. No mesmo texto, conta: "Cães não precisam dizer 'Olhe para mim!', como as crianças fazem." Para ele, esses animais precisam viver diariamente em dois mundos diferentes de uma única vez: o dos próprios cães e o dos humanos. Por conta disso, eles estão sempre alerta e são admiráveis.

Para fotografar cães, uma das técnicas de Elliott é usar a perspectiva do ponto de vista do cão, não o de seu proprietário. Por conta disso, se torna incontável o número de fotos em que cães aparecem inteiros, enquanto seus donos exibem somente as pernas.

"Os Cães de Elliott Erwitt", por Priscila Roque.
Estudo de conclusão de curso da Pós-Graduação em Jornalismo Cultural da FAAP (2010).
Leia todos os posts da série


  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Seção: Arte, Enviado pelo leitor Tags:  , , , , , ,

Arte: Priscila Roque e sua monografia #4

Por Priscila Magalhães

Esse post faz parte da monografia "Os Cães de Elliott Erwitt", produzida por Priscila Roque, como estudo de conclusão de curso da Pós-Graduação em Jornalismo Cultural da FAAP (2010).

Antes de continuar a leitura deste post, leia os outros:
#1 / #2 / #3

Pablo Picasso + Lump


Interpretação de Pablo Picasso para obra "Las Meninas" (1957) e fotos de Pablo Picasso com Lump, tiradas por David Douglas Duncan (Fontes: Site Museu Picasso (quadro) e Picasso & Lump (fotos))

Uma história interessante envolvendo fotografia, artes e cães, é a do fotógrafo David Douglas Duncan, que acompanhou de perto o trabalho do artista plástico Pablo Picasso. David, sempre que ia à casa de Picasso, levava seu cão da raça Dachshund consigo. O animal, que enlouquecia quando entrava na residência do pintor, acabou conquistando sua amizade. Essa relação da dupla foi retratada pelo fotógrafo no livro "Picasso & Lump: A Dachshund's Odyssey". O amor entre eles era tão intenso, que Picasso já o homenageou algumas vezes. Lump tem sua versão em desenho e ainda ganhou um espaço na interpretação que o artista fez da obra "Las Meninas", de Diego Velázquez. O mais impressionante dessa ligação deles é que Lump faleceu uma semana antes de Pablo Picasso, em abril de 1973.

"Os Cães de Elliott Erwitt", por Priscila Roque.
Estudo de conclusão de curso da Pós-Graduação em Jornalismo Cultural da FAAP (2010).
Leia todos os posts da série


  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Seção: Arte, Enviado pelo leitor Tags:  , , , , , , ,

Arte: Priscila Roque e sua monografia #3

Por Priscila Magalhães

Esse post faz parte da monografia "Os Cães de Elliott Erwitt", produzida por Priscila Roque, como estudo de conclusão de curso da Pós-Graduação em Jornalismo Cultural da FAAP (2010).

Antes de continuar a leitura deste post, leia os outros:
#1 / #2

Recorte: raças na história da humanidade

No final do século XIX, foram criadas duas organizações importantes para o assunto: o British Kennel Club, na Europa, em 1873, e o American Kenel Club, nos Estados Unidos, em 1876. A partir daí, começaram a surgir estudos voltados para a figura do cão nas artes plásticas e, posteriormente, na fotografia, com a finalidade de catalogar a história do cão inserido na história do mundo. Esses órgãos existem até hoje e são responsáveis pela padronização das raças caninas.

Nesta mesma fase, o cão se popularizou como animal de estimação. Não eram mais somente as famílias com alta renda que possuíam um animal. Na verdade, somente os cães vistos como "raça pura" permeavam a alta sociedade. Os vira-latas passaram a ser separados e dispensados – tornando assim, animais de estimação de pessoas com menor poder aquisitivo. Não é à toa que o cão sem raça definida é um animal que enfrenta qualquer tipo de condição ambiental e é altamente resistente às doenças. O contrário não acontece com diversos cães de raça – que exigem mais cuidados e mais dinheiro para que ele seja mantido dentro do padrão.

Elliott Erwitt Elliott Erwitt
Figura 1: "Eos" (1841), de Edwin Landseer (Fonte)
Figura 2: "A Distinguished Member of the Humane Society" (1838), de Edwin Landseer (Fonte)

Indiferentemente da família em que estava contido, esse carinho e essa popularidade do bicho constam nas obras da época, que seguem até os dias de hoje. O homem passou até a conhecer melhor o cão e treiná-lo para shows, por exemplo. O cachorro começou a ser tema de pinturas como uma forma de homenagem, de perpetuação. Agora, eles têm nome, vida própria e sangue correndo nas veias. Como exemplo, temos algumas obras de Edwin Landseer, que ficou conhecido na arte inglesa por suas pinturas e esculturas de cães no século XIX.

Atualmente, William Secord, diretor e fundador do The Dog Museum, mantido pelo American Kennel Club, e dono da "William Secord Gallery" – local em que expõe somente obras relacionadas com cães, é um dos maiores nomes do assunto. As pinturas de cães com raça pura já ganharam até um estudo paralelo ao histórico citado acima. Secord já publicou diversos livros sobre com assunto com o objetivo de entender a evolução e características de cada uma das raças existentes. São eles: "Dog Painting: A History of the Dog in Art", "Dog Painting, The European Breeds", e "A Breed Apart, The Art Collections of The American Kennel Club and The American Kennel Club Museum of The Dog", além de co-autor do "Best in Show, The Dog in Art from the Renaissance to the Present".

Fontes: The Dog: 5000 Years of the Dog in Art / Dog Painting – A history of the dog in art

"Os Cães de Elliott Erwitt", por Priscila Roque.
Estudo de conclusão de curso da Pós-Graduação em Jornalismo Cultural da FAAP (2010).
Leia todos os posts da série


  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Seção: Arte, Enviado pelo leitor Tags:  , , , , ,